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segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Modelos de Cor


  Os Modelos de Cor são ferramentas utilizadas para "medir" a cor, permitindo assim reproduzir e recria-la, sendo aplicados a diversos níveis, entre os quais nos sistemas gráficos. 


  Existem dois modelos de cor diferentes: o modelo aditivo e o modelo subtrativo.

  O Modelo Aditivo é o utilizado, por exemplo, em monitores e televisores, ou seja, em sítios onde a luz emitida é projetada num ecrã. Neste modelo, a mistura  do comprimento de onda ou das cores vermelhas, verde e azul (as cores dos cones do olho humano) indicam a presença de cor (luz branca), enquanto que a cor preta é, por oposição, a ausência de luz ou cor. Assim todas as cores visualizadas devem-se às quantidades de vermelho, verde e azul utilizadas. A mistura dos comprimentos de onda de qualquer luz emitida é explicada por este modelo.
  
  
 O Modelo Subtrativo é o utilizado em situações como a impressão ou a pintura. Ao contrário do anterior, a cor preta, por serem absorvidos mais comprimentos de onda, deve-se à mistura de cores, enquanto que a cor branca é a ausência de cor, ou seja, a ausência de absorção, à reflexão de comprimentos de onda. O modelo traduz assim a luz refletida.


(Bibliografia: Sites.google.com; Criarweb.com; Slideshare.net; 
Blog: nColour)

domingo, 18 de novembro de 2012


 Agora vamos entrar no estudo da Cor e a sua aplicação nos sistemas digitais.

 O conceito de Cor entende-se como a sensação produzida quando a luz de diferentes comprimentos de onda atinge a retina do olho resultante de fenómenos de emissão, reflexão e difusão de luz. Ou seja, são perceções que alcançam os órgãos visuais e através do sistema nervoso chegam ao cérebro onde são recebidas e interpretadas.

(olho humano)

 A luz atinge o olho e é ao nível da íris que a atravessa e é projetada na retina. É aí que se encontram as células que recebem os estímulos visuais e os transformam em impulsos nervosos. 


  As células recetoras podem ser de dois tipos: os cones (células que recebem as cores) e os bastonetes (células que interpretam o branco, o preto e cinza) 
 O nervo ótico, que está ligado à retina, é o responsável pela captação e transmissão dos impulsos nervosos até o cérebro.


(Na figura à esquerda, os cones são as células situadas na parte superior enquanto que os bastonetes os da parte inferior)



 Existem dois tipos de visão, isto é, dois diferentes níveis de sensibilidade do olho perante as condições de iluminação que nos rodeiam.

  A visão escotópica é a relacionada com níveis baixos de iluminação. Nos humanos é produzida pelos bastonetes, daí não percecionarmos as cores em ambientes escuros, uma vez que estes são sensíveis ao brilho, isto é, a diferentes graus de luminosidade, mas não às cores propriamente ditas.

  A visão fototrópica é aquela que nos proporciona a perceção das cores, sendo a utilizada durante o dia (iluminação elevada a normal). São os três diferentes tipos de cones (64% vermelhos, 32% azuis e 2% verdes) os responsáveis por esta visão, sendo estes sensíveis aos comprimentos de onda da luz visível. 

(Visão escotópica (mais à esquerda, curva negra) e visão fototrópica (direita, curva branca))

Bibliografia: Infopedia; Significados.com; Infoescola; Olhandoacor.com;
Blogues: Luzecoriset; Tudosobreacor; Cbernardo-cordigital; Teoriadacor.)