Na aula passada, tínhamos aprendido a fazer correntes no CorelDRAW. Hoje acabámos a experiência. Aqui fica o resultado:
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Continuando no Corel
Hoje começámos a aula a utilizar as ferramentas Agrupar, Desagrupar e Formato. Aqui estão os resultados:
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
De regresso
Olá! Depois de umas merecidas, mas curtas férias de Natal, estamos de volta às aulas, e assim, ao blogue!
Esperamos neste período torná-lo ainda mais interessante, com publicações cada vez mais complexas de trabalhos do programa que continuamos a explorar, o CorelDRAW!
Com desejos de um bom 2013, dentro dos possíveis, deixamos mais uma obra de arte:
Até à próxima!
Esperamos neste período torná-lo ainda mais interessante, com publicações cada vez mais complexas de trabalhos do programa que continuamos a explorar, o CorelDRAW!
Com desejos de um bom 2013, dentro dos possíveis, deixamos mais uma obra de arte:
Até à próxima!
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Até 2013
E assim chegou ao fim o 1º período.
Foi o nosso 1º período no 12º ano, mas também o 1º que tivemos Aplicações Informáticas. O balanço não poderia ser mais positivo: Estamos a adorar a disciplina, os seus conteúdos, as aulas e obtivemos bons resultados! Os próximos período prometem ser igualmente agradáveis, mas agora vamos para umas pequenas, mas muito merecidas e preciosas férias, por isso os conteúdos das aulas só voltam para o ano.
Queremos assim desejar a todos um Bom Natal, bem como uma óptima passagem para 2013 e que este seja, se possível, ainda melhor.
Fica aqui a campanha de Natal deste ano da Coca-Cola, a marca inevitavelmente associada ao Natal.
Boas férias!
Foi o nosso 1º período no 12º ano, mas também o 1º que tivemos Aplicações Informáticas. O balanço não poderia ser mais positivo: Estamos a adorar a disciplina, os seus conteúdos, as aulas e obtivemos bons resultados! Os próximos período prometem ser igualmente agradáveis, mas agora vamos para umas pequenas, mas muito merecidas e preciosas férias, por isso os conteúdos das aulas só voltam para o ano.
Queremos assim desejar a todos um Bom Natal, bem como uma óptima passagem para 2013 e que este seja, se possível, ainda melhor.
Fica aqui a campanha de Natal deste ano da Coca-Cola, a marca inevitavelmente associada ao Natal.
Boas férias!
CorelDraw
Continuamos a produção de desenhos vetoriais no CorelDRAW.
Agora exploramos a ferramenta de "Mistura Interativa", onde usamos opções como "contorno" (primeira) e "mistura" (segunda). Aqui estão as referidas criações. Esperemos que gostem ;)
Agora exploramos a ferramenta de "Mistura Interativa", onde usamos opções como "contorno" (primeira) e "mistura" (segunda). Aqui estão as referidas criações. Esperemos que gostem ;)
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
CorelDRAW
Continuamos a explorar o programa de desenho vetorial, CorelDRAW, e os mais recentes trabalhos estão relacionados com o preenchimento de formas com padrões, texturas e Postscript.
Eis alguns dos nossos resultados:
Postscript:
Textura:
Eis alguns dos nossos resultados:
Postscript:
Textura:
Padrão:
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
The Hobbit
Esta semana estreia um dos filmes mais antecipados neste ano: The Hobbit. Trata-se do 1º filme de uma futura trilogia que contará a historia que antecede os famosos filmes do "Senhor dos Anéis".
Como se trata de um filme com vários efeitos especais obtidos por métodos que "encaixam" no âmbito da nossa disciplina, achamos interessante partilhar com vocês e esperemos que vos desperte vontade de ver o grande filme que promete ser ;)
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Desenho Vetorial
Na semana passada introduzimos a nova unidade : o Desenho Vetorial
Iniciamos com a exploração do programa CorelDRAW que nos permite conceber, precisamente, desenhos vectoriais, isto é, quando ampliados, devido ao facto de obedecerem a fórmulas matemáticas, não perdem qualidade, adaptando-se às novas dimensões.
Eis uma parte do que obtivemos:
Para podermos publicar estas imagens tivemos que converte-las em formatos bitmap, formatos estes que já não obedecem a formulas matemáticas e que por isso possuem menor qualidade, mas proporcionam a sua publicação.
Prometemos manter-vos a par das nossas criações :)
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Modelos de Cor
Vamos falar de quatro diferentes modelos de cor, explicitando as suas características e aplicações. São eles RGB, CMYK, HSV e YUV.

RGB ( Red, Green, Blue)
Neste modelo, uma cor resulta da mistura de certas quantidades de cada uma das cores primárias (vermelho, verde e azul), como o próprio nome indica. Assim, cada cor corresponde a um ponto neste cubo e utilizam-se valores ente 0 e 255 (na notação decimal) ou entre 00 e FF (notação hexadecimal) para cada um dos componentes.
O modelo RGB é um modelo aditivo, onde a mistura das três cores corresponde ao branco.

CMYK (Cyan, Magenta, Yellow, blacK)
Resulta da adição da cor preta ao modelo CMY, por ser mais fácil a sua impressão do que a mistura de cores. Para representar uma cor neste modelo, utiliza-se também um sistema de coordenadas mas onde as cores misturadas são o azul ciano, o magenta e o amarelo.
É um modelo subtrativo cuja principal aplicação é a impressão.

HSV (Hue, Saturation, Value)
É um modelo utilizado para fins profissionais, a nível artístico. Cada cor, neste modelo é caracterizada pela sua tonalidade (que varia de 0 a 360 graus), pela saturação, também conhecida como quantidade de cinzas (que varia de 0 a 100%) e valor, ou seja, quantidade de luz (que varia de 0 a 100%).
YUV
Modelo onde o Y representa a luminância, isto é, a intensidade da luz, e o UV, remete para a crominância, ou seja, as diferenças de cores. É o único modelo que permite armazenar separadamente estas duas características, sendo por isso muito utilizado em sinais de vídeo e televisão.
(Bibliografia: Ieeta.pt; Msdn.microsoft.com; Learncolorate.org)
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Modelos de Cor

Os Modelos de Cor são ferramentas utilizadas para "medir" a cor, permitindo assim reproduzir e recria-la, sendo aplicados a diversos níveis, entre os quais nos sistemas gráficos.
Existem dois modelos de cor diferentes: o modelo aditivo e o modelo subtrativo.
O Modelo Aditivo é o utilizado, por exemplo, em monitores e televisores, ou seja, em sítios onde a luz emitida é projetada num ecrã. Neste modelo, a mistura do comprimento de onda ou das cores vermelhas, verde e azul (as cores dos cones do olho humano) indicam a presença de cor (luz branca), enquanto que a cor preta é, por oposição, a ausência de luz ou cor. Assim todas as cores visualizadas devem-se às quantidades de vermelho, verde e azul utilizadas. A mistura dos comprimentos de onda de qualquer luz emitida é explicada por este modelo.

O Modelo Subtrativo é o utilizado em situações como a impressão ou a pintura. Ao contrário do anterior, a cor preta, por serem absorvidos mais comprimentos de onda, deve-se à mistura de cores, enquanto que a cor branca é a ausência de cor, ou seja, a ausência de absorção, à reflexão de comprimentos de onda. O modelo traduz assim a luz refletida.
(Bibliografia: Sites.google.com; Criarweb.com; Slideshare.net;
Blog: nColour)
domingo, 18 de novembro de 2012
Agora vamos entrar no estudo da Cor e
a sua aplicação nos sistemas digitais.
O conceito de Cor entende-se como a
sensação produzida quando a luz de diferentes comprimentos de onda atinge a retina do olho
resultante de fenómenos de emissão, reflexão e difusão de luz. Ou seja, são perceções
que alcançam os órgãos visuais e através do sistema nervoso chegam
ao cérebro onde são recebidas e interpretadas.
A luz atinge o olho e é
ao nível da íris que a atravessa e é projetada na retina. É aí que se
encontram as células que recebem os estímulos visuais e os transformam em
impulsos nervosos.
As células recetoras podem ser de dois
tipos: os cones (células que recebem as cores) e os bastonetes (células
que interpretam o branco, o preto e cinza)
O nervo ótico, que está ligado à
retina, é o responsável pela captação e transmissão dos impulsos nervosos até o
cérebro.
(Na figura à esquerda, os cones são as células situadas na parte superior enquanto que os bastonetes os da parte inferior)
Existem dois tipos de visão, isto é, dois diferentes níveis de sensibilidade do olho perante as condições de iluminação que nos rodeiam.
A visão escotópica é
a relacionada com níveis baixos de iluminação. Nos humanos
é produzida pelos bastonetes, daí não percecionarmos as cores em
ambientes escuros, uma vez que estes são sensíveis ao brilho, isto é,
a diferentes graus de luminosidade, mas não às cores propriamente ditas.
A visão fototrópica é
aquela que nos proporciona a perceção das cores, sendo a utilizada durante o
dia (iluminação elevada a normal). São os três diferentes tipos de
cones (64% vermelhos, 32% azuis e 2% verdes) os responsáveis por esta visão,
sendo estes sensíveis aos comprimentos de onda da luz visível.

(Visão escotópica (mais à esquerda, curva negra) e visão fototrópica (direita, curva branca))
Bibliografia: Infopedia; Significados.com; Infoescola; Olhandoacor.com;
Blogues: Luzecoriset; Tudosobreacor; Cbernardo-cordigital; Teoriadacor.)
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Imagem Digital
As imagens digitais possuem diversas aplicações por exemplo ao nível comercial, industrial, cientifico, lúdico.
Intenda-se como imagem digital uma representação a 2D, codificada de modo a poder ser interpretada pelo computador (código binário).
Esta representação permite então que a imagem (digital) possa ser armazenada e transmitida informaticamente bem como manipuladas e editadas com a utilização de software apropriado. Há também a possibilidade de ser impressa (por exemplo para revistas, jornais, etc.) ficando gravada fisicamente e podendo também assim ser difundida.
![The Gift: veja a capa do novo disco e saiba quanto Zé Pedro, Jel ou Zé Diogo Quintela pagaram por ele [vídeos] -](http://blitz.sapo.pt/users/0/69/thegiftexplodehires-9f8d.jpg)
Capa do álbum "Explode" da banda portuguesa "The Gift", que foi premiado em 2011, por ser considerada uma das 50 melhores do mundo discográfico nesse ano.
(Bibliografia: Infopedia, Wikipedia, Blitz.pt)
Imagem
Hoje introduzimos um novo assunto no âmbito da Multimédia- a Imagem.
A Imagem é a expressão de uma perceção ou da recordação desta de forma visual. Pode ser efectuada através de diversas técnicas como fotografia, video, desenho ou pintura. São chamadas imagens sensoriais às que dizem respeito aos nossos sentidos (imagens visuais, auditivas, etc.)
A Imagem é a expressão de uma perceção ou da recordação desta de forma visual. Pode ser efectuada através de diversas técnicas como fotografia, video, desenho ou pintura. São chamadas imagens sensoriais às que dizem respeito aos nossos sentidos (imagens visuais, auditivas, etc.)

(Bibliografia: Infopedia e CulturalChina.com)
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Texto Multimédia
Hoje vamos falar sobre o conteúdo programático TEXTO, especificando os conceitos de tipo de letra, família tipográfica, fontes com ou sem serifa e tipos de fontes.
Designa-se por fonte tipográfica ou tipo de letra o padrão, conjunto ou variedade de caracteres tipográficos com características comuns, como o desenho, o tamanho e os estilos. Arial Narrow, Century Gotic, Miriam são exemplos de tipos de letra.
Uma família tipográfica é um conjunto de tipos de letra com as mesmas características fundamentais, variando em espessura, largura, altura, ente outros. Arial Black, Arial Narrow, Arial Unicode MS, Arial e Arial Black são exemplos de fontes tipográficas da mesma família tipográfica.
As serifas são pequenos prolongamentos que se encontram no fim das extremidades das letras. A classificação dos tipos de letra em serifados e nao serifados é considerada o principal sistema de diferenciação de fontes tipográficas:
As serifas são pequenos prolongamentos que se encontram no fim das extremidades das letras. A classificação dos tipos de letra em serifados e nao serifados é considerada o principal sistema de diferenciação de fontes tipográficas:
Fontes com serifa: São tipicamente usadas em bloco de texto, como romance, pois as serifas tendem a guiar o olhar através do texto; as letras com serifa parecem juntar-se devido aos prolongamentos, unindo as palavras.
Fontes sem serifa: Costumam ser usadas em títulos e chamadas, pois valorizam cada palavra individualmente.
As fontes bitmapped são guardadas como uma matriz de pixeis e, por isso, ao serem ampliadas, perdem a qualidade, sendo concebidas apenas para uma impressora específica, visto nao poderem ser escaladas.
Um exemplo de fonte bitmapped é a Courier. Consiste numa fonte tipográfica monoespaçada, de serifa egípcia, projetada para assemelhar a à de uma máquina de escrever. Foi projetada por Howard "Bud" Kettler em 1955.
As fontes escaladas são definidas matemanticamente e podem sofrer rendering para qualquer tamannho que for necessário, tendo a maior qualidade de impressão.
Um exemplo de fonte escalada é a Times New Roman. Consiste numa família tipográfica serifada, criada em 1931 para uso do jornal inglês The Times of London, devendo-lhe o primeiro nome. Actualmente, é fonte padrão na maior parte dos processamentos de texto.
Um exemplo de fonte escalada é a Times New Roman. Consiste numa família tipográfica serifada, criada em 1931 para uso do jornal inglês The Times of London, devendo-lhe o primeiro nome. Actualmente, é fonte padrão na maior parte dos processamentos de texto.
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Agora sugerimos que utilizem outras ferramentas para criar arte gráfica deixando aqui alguns exemplos e os respetivos links onde poderão experimentar.
Com o "ASCII Generator" é possível converter uma simples palavra ou texto utilizando diferentes padrões de caracteres:
Com o "ASCII Generator" é possível converter uma simples palavra ou texto utilizando diferentes padrões de caracteres:
Com o "ASCII Art Generator" é possível reproduzir imagens com caracteres:
(original)
(final)
(original)
(final)
(original)
(final)
Experimentem!
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
A título de curiosidade, propomos que, tal como nós, experimentem a ferramenta "Código ASCII", que permite visualizar, o que normalmente digitamos, de forma codificada segundo a tabela ASCII.
Utilizámos os nossos nomes para a experiência e deixamos aqui os respectivos resultados:
Utilizámos os nossos nomes para a experiência e deixamos aqui os respectivos resultados:
Beatriz: 6610197116114105122
Mafalda: 77971029710810097
Experimentem também! Sigam para o link que vos deixamos aqui e descubram:
terça-feira, 30 de outubro de 2012
Padrões de Codificação de Caracteres
Padrões de codificação de caracteres são formas de relacionamento entre um conjunto de caracteres, como por exemplo letras e símbolos, com conjuntos de, por exemplo, números. Tudo isto com o objetivo de facilitar não só o seu armazenamento, bem como a sua transmissão.
Vamos falar sobre a tabela ASCII (American Standard Code for Information Interchange), um exemplo de padrão de codificação de caracteres, que surgiu na década de 60 devido à necessidade de existir um padrão que pudesse ser usado por todos os computadores , como o próprio nome diz, para troca de informações.
Na criação da tabela foram formados conjuntos de 7 bits para representar 128 caracteres. Isto remete-nos para a sua limitação, uma vez que o número de caracteres passiveis de serem criados nestas condições ser muito reduzido, bem como a sua ambiguidade, pois apenas contempla caracteres utilizados na língua inglesa, que são insuficientes e/ou inapropriados a outras línguas.
Deixamos aqui uma imagem referente à dita tabela:
Vamos falar sobre a tabela ASCII (American Standard Code for Information Interchange), um exemplo de padrão de codificação de caracteres, que surgiu na década de 60 devido à necessidade de existir um padrão que pudesse ser usado por todos os computadores , como o próprio nome diz, para troca de informações.
Na criação da tabela foram formados conjuntos de 7 bits para representar 128 caracteres. Isto remete-nos para a sua limitação, uma vez que o número de caracteres passiveis de serem criados nestas condições ser muito reduzido, bem como a sua ambiguidade, pois apenas contempla caracteres utilizados na língua inglesa, que são insuficientes e/ou inapropriados a outras línguas.
Deixamos aqui uma imagem referente à dita tabela:
(Bibliografia: Wikipédia; Cprogramming)
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Representação Digital
Hoje, no âmbito do novo capítulo da disciplina,
vamos abordar o estudo do modo como a informação é representada, em forma
digital, num computador. Em particular, irão ser abordados os mecanismos
através dos quais diversas grandezas podem ser representadas num computador (representação
digital) cujos circuitos permitem apenas um de dois valores possíveis, por isso esta representação se diz também binária.
Representação decimal:
A informação numérica (valores numéricos) pode ser representada através de outro sistema, o sistema decimal. Consiste num sistema de 10 dígitos (de 0 a 9) que podem ser agrupados em 1,2,4 ou mais bytes.
A imagem que se segue mostra como podemos converter uma informacao binária em decimal:
(Bibliografia: student.dei.uc.pt)
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Podemos ainda classificar os conteúdos multimédia tendo em conta a forma como são divulgados:
Significa a disponibilidade imediata dos conteúdos multimédia. Pode ser efectuada através de rede local, conjunto de redes (World Wide Web) ou ainda monitores ligados a computadores que não estão ligados em rede, cujos dados estão armazenados em disco.
Online:
Significa a disponibilidade imediata dos conteúdos multimédia. Pode ser efectuada através de rede local, conjunto de redes (World Wide Web) ou ainda monitores ligados a computadores que não estão ligados em rede, cujos dados estão armazenados em disco.
Offline:
A divulgação offline de conteúdos multimédia é efectuada através da utilização de suportes de armazenamento, na maioria das vezes do tipo digital. Neste caso, os suportes de armazenamento mais utilizados são do tipo óptico, CD e DVD.
(Bibliografia: Blogue "Conteúdos multimedia" e "Multimedia para totós")
Quanto à origem
Quanto à origem podemos
classificar os media em:
Capturados - são aqueles que resultam do exterior para o computador, através da utilização de software e hardware específico, como, por exemplo,os scanners as câmaras digitais e os microfones.
Sintetizados - são aqueles que são produzidos pelo próprio computador através da utilização de hardware e software específicos.

(Bibliografia: Blogue "Tipos de Media")
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